Às vezes sento-me em silêncio
e ouço o som das folhas a cair.
É realmente pacífica a vida dum monge,
afastada de todas as preocupações mundanas.
Então porque é que brotam estas lágrimas?
Estou consciente
que tudo é irreal:
uma a uma as existências
vão passando neste mundo.
Mas porque é que choro?
(Ryôkan)